

Ausências de mim de ti do amor que não mais sei em que estrada o perdi.
Caminhos que se tornaram vazios Lágrimas na calada da noite descendo lento e castigando esse coração alquebrado de saudades desse amor que é tudo,
presente, vivo e latejante que clama pelo teu olhar que se perde cada dia mais na distância do tempo gerando uma dor profunda n'alma.
E meu verbo fenece a cada momento de ausência de ti de mim do amor que é teu mas nunca me pertenceu, e nada exige , apenas tua voz longe na calada e solitária noite, nesse teu olhar da cor do mar, verdes como esmeraldas que ilumina minhas noites tão sonhadas e desejadas de tua presença que amo desejo e clamo.
O que fazer deste amor que não finda, que ganha proporções imensas de ausências e uma solidão maior que minha capacidade de aceitação.
E hoje, neste calado da noite, serena e chuvosa, minhas lágrimas misturam e chegam a ti amor de minha vida que nunca esquecerei
enquanto aqui respirar.
És minha doce Pérola da Existência este meu pranto de dor, de angústia, onde o peito rasga e dilacera e saio como uma doidivana a correr pela madrugada em busca da lua onde possa te encontrar e poder dizer bem baixinho:
Te amo !
~ Zelisa Camargo ~
«Recomenda»
Yasmin ~Sonhos e Carinhos
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